O que devemos aprender (ou relembrar) com Ruby Sparks

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Ruby Sparks: A namorada perfeita (2012) : O romancista Calvin (Paul Dano) sofre com perturbador bloqueio criativo que atrapalha o desenvolvimento de seu último livro. Com problemas também em sua vida pessoal, começa a criar uma personagem feminina que poderia se apaixonar por ele. Daí nasce Ruby Sparks (Zoe Kazan), que inicialmente é uma personagem dentro de uma história, mas que pouco depois ganha vida e passa a conviver e se relacionar com Calvin pessoalmente.

É cada vez mais raro, mas ainda existem bons filmes em que o roteiro não foi emprestado de um livro. Esse é um feliz exemplo. Uma história diferente, fácil de assistir e gostar. E mais do que isso, serve pra lembrar de uma coisa tão obvia, e tão ignorada por aí: que não existe ninguém perfeito.

Todo mundo tem uma imagem de ~pessoa ideal~, sem defeitos… uma Ruby. Tentar mudar uma pessoa, querer que ela seja quem você quer, não vai resolver. Quem foi que disse que a gente sabe o que é certo ou bom pra nossa vida?

As vezes passamos tanto tempo imaginando como gostaríamos que a nossa vida fosse, que esquecemos de olhar o que está acontecendo a nossa volta. De valorizar o que a gente tem e as pessoas que estão por perto.

E nada como uma história bem contada num dia preguiçoso pra te fazer filosofar…

30 antes dos 30

Hoje é 28/06, e eu completo 28 anos.

Eu sempre fugi de metas pessoais. Tenho sérios problemas para me comprometer comigo mesma. O mais estranho é que eu sempre coloco todo meu esforço pra cumprir as coisas que prometi pras outras pessoas.

Então, hoje eu dou mais um passo na minha busca em autoconhecimento. Preciso aprender a me desafiar. E saber lidar quando eu falhar também. Preciso aprender a não procrastinar os meus próprios sonhos. Então vamos lá!

Eu devia estar fazendo uma listinha de “29 antes dos 29”? Até poderia, mas vamos pensar em chegar nos 30, e tá ótimo!

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Blogar ou não blogar…

Eu penso tanto, mas tanto… Que quando as idéias vão pro papel já parecem passado. Repetidas tantas vezes que já não tem mais graça.
E assim, parece que publicar não tem mais sentido. Pra que se expor, dizer o que pensa? … Pra dar armas “pras inimigas”? Pra ouvir uma piada sem graça de alguém sem assunto?
Seria eu ~blogueira~ apenas um grito inútil no vazio?

E mesmo assim, eu fico aqui consumindo espaço na web com coisas que eu escrevi quando estava num humor melhor que hoje.

Cada vez que me ocorre que essas linhas estão por ai, penso que deveria apagar tudo. Ninguém se importa. Mas eu nunca consegui jogar tudo fora. Eu tenho um carinho nessas palavras que parecem tão inúteis aos olhos dos outros.

Escrever me faz bem, e eu esqueço disso com tanta freqüência. Eu não devia me importar… Só escrever.
Mas amanha eu vou esquecer de novo. E a vida segue. O sono chega… Será que alguém me ajuda a lembrar?